
Publicado em 01 de Março de 2026
Os ataques de hoje foram disparados pela maior força militar montada pelos Estados Unidos no Oriente Médio desde a invasão do Iraque. Nas últimas semanas, os americanos foram fechando ainda mais o cerco na região.
O ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel contra o Irã faz parte da maior ação militar no Oriente Médio em duas décadas.
Os Estados Unidos mobilizaram porta-aviões e navios de guerra no Oriente Médio. Pelo menos dez deles no Mar da Arábia e no Golfo Pérsico. Duas embarcações de combate ficaram a poucos quilômetros da costa iraniana.
O Pentágono também enviou destróieres ao Mediterrâneo, perto de Israel, e mandou nesta semana para a costa israelense o maior porta-aviões americano: o USS Gerald Ford.
Israel tem um apoio de cerca de 300 aviões de ataque e uma aeronáutica com experiência na região. Parte desse potencial conseguiu atingir alvos militares em diversas cidades no Irã.
Do lado do Irã, a rápida retaliação contra ao menos quatro bases americanas na região e ataques a Israel seguiu o manual previsto: ondas sucessivas de drones e mísseis balísticos, resta saber a eficácia.
Ainda assim, o Irã conta com um dos exércitos mais poderosos da região. Com um programa nuclear que preocupa o Ocidente e com uma geografia privilegiada porque controla o Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto da produção de petróleo mundial.
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