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Atualidades

Com apoio do Estado, Caiman combate a queimada com uma ‘operação de guerra’

Publicado em 15 de Setembro de 2019

Animais mortos ou se deslocando para fugir do fogo e em busca de água, um rastro de destruição em mais de 60% da vegetação nativa da fazenda e um verdadeiro exército de homens e máquinas lutando ao limite para controlar os focos de calor. Este é o cenário que se tornou rotina na Estância Caiman, de 52 mil hectares, no Pantanal de Miranda. O fogo tomou conta da região desde o dia 10 e está sendo combatido por cerca e 70 pessoas.

Equipes do PrevFogo, do Ibama, e militares e civis sob o comando do Corpo de Bombeiros do Estado estão trabalhando diuturnamente para debelar as chamas que já consumiram mais de 40 mil hectares da fazenda, que tem atividades de pecuária e de ecoturismo, sendo uma das referências na área ambiental. A operação conta com dois aviões – um para sobrevoar a área e definir por GPS os pontos de focos, e outro, um agrícola, com bolsa para 2.600 litros de água.

A situação local ainda é crítica, depois de cinco dias de combate à queimada. No sábado (12), concluiu-se pelo controle do fogo, mas no final do dia outros focos apareceram. O coordenador da equipe formada por bombeiros, policiais ambientais, soldados do Exército e civis (funcionários da fazenda e voluntários), tenente bombeiro Carlos Antônio Saldanha Costa, explicou que existe uma carga de combustível muito grande no ambiente por conta da estiagem.

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Diário Diretor: Nilson Pereira
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